sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A descrença nas Escrituras; ou: Cris Poli, uma evangélica que não conhece a Bíblia

Cris Poli tem sido celebrada no meio evangélico como uma excelente educadora. Sua fama com o programa Supernanny e a “descoberta” de que ela é evangélica foram suficientes para que várias igrejas a convidassem para dar palestras. Aqui mesmo, na grande Vitória, ela já esteve em uma igreja.

Sem entrar no mérito questionável da sua proposta educativa, que ensina os pais a fazerem trocas com os filhos, quero chamar a atenção ao que ela respondeu a uma revista evangélica aqui do estado quando foi questionada sobre a lei da palmada:

“Eu não acredito em palmada educativa. Ela é uma invenção que não sei de onde saiu, acho que veio para justificar o fato de bater na criança e que foi colocado como um processo de educação. Bater não educa. Eu não sou a favor de bater [...] E essa palmadinha educativa é muito relativa, afinal, como você regula ou administra o que é educativo e o que não é, o que é espancar e o que é bater de ´levinho´... (grifo meu).

Eu vejo que bater, mesmo que seja a tal palmada pedagógica, é uma coisa violenta, por mais que os pais digam que não faz mal, ninguém gosta de receber um tapa, nem mesmo um adulto”.

Os evangélicos têm a Bíblia como regra de fé e prática e, sendo uma evangélica, Cris Poli deveria conhecer muito bem as Escrituras, que afirmam:

 

·         “O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina” (Pv 13.24);

·         Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo” (Pv 19.18);

·         “A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela” (Pv 22.15);

·         “Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno” (Pv 23.13,14);

·         “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe” (Pv 29.15);

·         estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és eprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos? [...] Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça” (Hb 12.5-9;11)

 

Quem “inventou” a disciplina física, pelo que vemos, foi o próprio Senhor, e nesses versículos podemos perceber que:

1.   A disciplina física é, muitas vezes, necessária quando a criança é estulta;

2.   Disciplina física não é violência. A Bíblia proíbe o excesso;

3.   Não disciplinar os filhos é deixa-los entregues ao próprio coração;

4.   A disciplina física não é para extravasar a ira dos pais, mas para chamar a criança à consciência, para que ouça o ensino;

5.   A disciplina não é algo que traz alegria, no momento em que é aplicada, nem para os pais que amam os filhos, nem para os filhos que não entendem muitas vezes que aquilo será para o seu próprio bem, mas ao longo do tempo produz resultados.

É óbvio, como afirmou Cris Poli, que ninguém gosta de receber um tapa. A própria Escritura afirma que a disciplina física não é prazerosa, como foi expresso acima, mas nem por isso a desestimula, antes adianta qual será o seu resultado: fruto de justiça. A disciplina física não é prazerosa justamente porque não é um prêmio a se receber, mas a consequência da desobediência de alguém que não deu ouvidos à repreensão.

O argumento da educadora, se levado às últimas consequências, deveria ser usado para livrar marginais da cadeia, afinal de contas, por mais errado que esteja quem praticou um delito, quem gosta de ficar trancafiado?

É por isso mesmo que Paulo, tratando sobre autoridades instituídas por Deus, afirma: “Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás o louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para o teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal” (Rm 13.3,4).

Antes que alguém me acuse de forçar o texto, reconheço tranquilamente que aqui Paulo está tratando de autoridades civis, entretanto, o princípio permanece. Aqueles que resistem à autoridade resistem ao próprio Deus e, por isso, acabam colhendo as consequências. Sendo os pais as autoridades constituídas por Deus sobre a vida dos filhos, não devem, em hipótese alguma, deixar de cumprir aquilo que o Senhor estabelece com relação a sua educação.

Dito isso, volto então à entrevista. Ao mesmo tempo em que diz não saber de onde tiraram a ideia de “palmada pedagógica” e afirmar que ela não funciona, Cris Poli defende o método do “cantinho da disciplina”. O método, segundo ela, consiste em colocar a criança desobediente no

“cantinho da disciplina, que é um lugarzinho qualquer onde ela vai sentar e refletir sobre essa regra que ela não cumpriu. E fica lá um minuto por ano de idade, porque a gente não pode exigir da criança uma coisa que ela não pode dar. Não adianta dizer que vai ficar meia hora ou uma hora, porque isso não vai funcionar. [...] É um método que dá certo e é feito com tranquilidade, consciência e firmeza” (grifos meus).

A pergunta que fica no ar é: “De onde saiu essa invenção?”, porém, não farei como a Supernanny que afirmou não saber de onde tiraram a ideia da “palmada pedagógica”. Não! Eu sei bem de onde saiu essa invenção do “cantinho da disciplina”, foi das ideias da psicologia secular que, infelizmente, para muitos crentes, tem mais autoridade e mais a ensinar sobre a criação de filhos do que a própria Palavra de Deus. E aqui está o problema que dá origem a tudo isso: Muitos cristãos, apesar de afirmarem ser a Escritura a Palavra de Deus, na prática demonstram não crer desta forma.

Quando esses cristãos começarem a colocar em prática o seu discurso perceberão que, de fato, “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra” (2Tm 3.16,17) e que “pelo seu [de Deus] divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele [Cristo Jesus] que nos chamou para a sua própria glória e virtude” (2Pe 1.3).

Somente depois disso é que entenderão a razão de Salomão poder afirmar com tanta convicção: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv 22.6).

O Senhor sabe como você deve educar o seu filho e deixou registrado em sua Santa Palavra! Creia nisso e procure conhecer as Escrituras.

Milton Jr.

Reações:

17 comentários:

Alceu Lourenço disse...

Muito boa a sua análise, Milton. Mas, que tal "entrar no [de]mérito da sua proposta educativa", hein? Só um pouquinho, vai? Siiiiim?

JOSIMAR P. RIBEIRO disse...

Palmada não. Varinha sim.
Em público não. Em casa sim.
Com raiva não. Com amor sim.
Em nenhuma das afirmações acima creio estar negando o ensinamento bíblico que foi muito bem exposto no seu artigo. Sou contra a palmada porque é a mão que da carinho, que alimenta, que da o banho, etc...

MISSIONÁRIO MARCELO disse...

Acredito que o quem a baila não é propriamente a questão da disciplina, pois nós cristãos estamos acostumados com esse metodo que tem respaldo biblico e que nos foi passado por nossos pais, mas a grande questão é o surgmento desses "gurus" pseudos-cristãos que nós mesmos criamos para substituir a pregação do bom e velho evengelho da graça.

Alex Mello disse...

Excelente o artigo. Ao analisar os méritos e deméritos de qualquer proposta, devemos como cristão analisarmos se é bíblica ou não. A disciplina física corretiva é bíblica e se administrada segundo os padrões bíblicos só trás o bem. Concordo que a bíblia instrui o uso da vara no recesso do lar, principalmente em crianças pequenas, que ainda não tem a capacidade de associar causa e efeito, refletindo "num cantinho". Se os pais começarem a disciplinar cedo seus filhos, cedo pararão de discipliná-los.

Antonio Tavares Gonçalves disse...

Parabéns, ao comentarista desta matéria. Que o nosso Senhor Jesus possa-lhe continuar a te usar com poder e glória.ÓTIMO COMENTÁRIO.

Gil Queiroz disse...

A análise do amigo se refere ao Velho Testamento, escrito numa época que era proibido comer carne de porco e que era permitido matar em guerras, ou seja, eram outros tempos, já perfeitamente superados pela Graça de Jesus Cristo, que pregou contra qualquer tipo de represália ou violência, quando disse para oferecer a outra face (ou seja, mostrar o outro lado da situação, que pode haver paz sem a Lei de Talião). Os pais devem evitar a todo o custo as palmadas, varadas, e só em último caso e excepcionalmente, usá-las, pois a autoridade que muito se baseia em contato físico perde o seu próprio respeito e eficácia. Veja as mães que gritam o tempo todo com os filhos, esses logo dão de ombros, pois a vã repetição apenas irrita e não resolve. A lei judaica não pode prevalecer sobre a Graça de Cristo.

Juliana Sousa disse...

Todas as passagens que você citou falando sobre o castigo físico provém do antigo testamento, ou seja, da ANTIGA ALIANÇA, essa mesma aliança dada APENAS aos judeus. Na ANTIGA ALIANÇA era permitido o castigo físico aos filhos, mas também era permitido o ódio ao inimigo e o apedrejamento até a morte. Entenda a DIFERENÇA entre as duas ALIANÇAS, enquanto não perceber que há uma diferença entre o EVENGELHO DE CRISTO e A LEI DOS PROFETAS (que apenas vem de obras e não de fé) ainda está muito distante de Deus, afinal, sem o filho não se chega ao Pai. Na NOVA ALIANÇA, essa dada a TODOS os que aceitarem o amor de CRISTO, nessa não é aceito qualquer castigo físico, afinal, já é conhecido de muitos evagélicos (ou o que quer que se intitulem) que a nossa luta não é contra a carne nem o sangue, e sim contra os principados e potestades. CUIDADO!!!

Anônimo disse...

só acho muitas palavras pra pouca verdade. A começar que a Cris Poli é uma educadora, e não uma "mágica". Até agora não entendi o porque desse artigo, alfinetar a Cris ou expor algumas passagens bíblicas onde se ensina a CORRIGIR uma criança. To sem entender até agora............

Anônimo disse...

Boa tarde!
Estava lendo esse texto e me veio algumas dúvidas. Primeiro,quem disse que corrigir quer dizer bater? Corrigir é disciplinar, é educar. Em Provérbios 3.24 mostra que aquele que tem a vara aborrece a seu filho,mas o que o ama, o disciplina. Disciplinar não quer dizer bater. A mesma coisa quando diz que o Senhor corrige a quem ama.Em momento algum diz em bater. As pessoas que interpretam de forma errada.Gostaria muito de saber em que passagem bíblica diz que devemos bater para educar, corrigir ou disciplinar.Desde já agradeço! Priscila

Milton Jr. disse...

Prezado Gil Queiroz,
Cuidado com a separação entre a lei judaica e a graça de Jesus Cristo. Uma coisa não exclui a outra. A lei nos foi dada, não para salvação, mas para reconhecermos a nossa incapacidade e nos voltarmos para o Redentor, que nos salva pela graça por ter cumprido toda a lei.

Quanto à questão de usar a vara em último caso, é exatamente isso que considerei no post.

O problema é que a educadora citada entende que isso não é possível em tempo algum e coloca em cheque o que ordena a Escritura.

Obrigado pela visita.

Milton Jr. disse...

Juliana,
Seguindo sua linha de raciocínio poderíamos então jogar fora o AT, não?

Creio que você está fazendo uma leitura equivocada das Escrituras. Nunca foi permitido odiar os inimigos, por exemplo.

Entendo perfeitamente a diferença das Alianças e sei que em muitos aspectos a antiga foi descontinuada, porém, a Lei do Senhor continua sendo o referencial para o crente, a ponto de Paulo dizer que ela é boa, e o mandamento justo e santo e bom.

Quanto ao estar longe de Cristo, nem vou comentar.

Milton Jr. disse...

Anônimo do dia 15 e janeiro,
Se não entendeu o porque do artigo, sugiro que leia novamente, com bastante atenção.

Ah, pode também assinar o comentário...

Milton Jr. disse...

Priscila,
Obrigado pela visita.
Vamos à sua dúvida:
Primeiramente quero dizer que eu havia colocado a referência errada. O texto a que se refere é Pv 13.24 e não 3.24 e está citado no post.

Se você atentar vai perceber que o texto diz exatamente o contrário do que você entendeu. Não é o que tem a vara que aborrece o filho, mas o que retém a vara.

Um dos sentidos da palavra traduzida por reter aqui é "abster". O que o texto ensina é que os pais não podem deixar de disciplinar seus filhos com a vara, quando necessário.

Releia as referências bíblicas do post e verá que a correção física é, de fato, ordenada.

um abraço.

Anônimo disse...

Mas e se uma pessoa consegue criar uma relação de diálogo com o filho sem, com isso, precisar das palmadas.Tá fazendo algo errado?
A Bíblia não diz que se deve bater nos filhos por qualquer coisa, fica claro que a disciplina física é para corrigir e não para educar. Será que quem bate conhece algum método para educar? Será que tem a humildade de pesquisar formas de disciplinar uma criança a base de paciência? Os filhos são reflexos dos pais: crie com amor, respeito e sinceridade.

Jefferson Ilário disse...

Boa tarde Milton Jr.
Estou chegando só agora (rsrs) mas pelo que tenho visto falta MUITO conhecimento Bíblico para as pessoas. Por esta razão pude constatar tanta confusão e equívos a respeito das Escrituras nos comentários acima. Talvez fosse melhor dizer que falta revelação e submissão ao Espírito Santo. As pessoas não conseguem, por exemplo, perceber quais leis tiveram fim em Jesus e quais foram maximizadas nEle.
poderia citar muitas destes equivocos mas tudo isso é reflexo de uma igreja cujo deus é o próprio ventre, parafraseando Paulo ao falar contra os inimigos de Cristo em Filipenses 3.19 (Sei que é uma aplicação forte). Esta igreja, que não é a de Cristo, tem sido doutrinada a buscar seus próprios interesses e não busca as coisas do alto onde Cristo está assentado. Por isso desconhecem os princípios de autoridade e submissão, como se o fato de estarmos sob a graça de Deus anulasse este princípio que, diga-se de passagem, foi o que fez Lucifer cair de sua posição pois toda insubmissão o tem como pai. Sendo assim não é difícel entender porque muitos aceitam tão facilmente os padrões e distorções das Escrituras que este mundo impõe. Que o Espírito Santo nos ajude pois o que o Filho do homem buscará em Sua volta é fé, mas um povo que não conhece e não tem a revelação da Palavra não pode ter fé.

Jerônimo disse...

Boa noite, Milton Jr.
Achei interessante o texto postado aqui em seu blog, mas gostaria de fazer uma pequena observação.
“O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina” (Pv 13.24).
Sabemos bem que a escritura é cheia de sentidos figurados e cabe a nós cristãos entendê-la da melhor forma possível.
Bom, então a minha opinião sobre "reter" é "Não deixar sair das mãos; segurar bem; ter firme" e "vara" está no sentido de "autoridade, poder" e não como objeto de castigo ou punição.
Trazendo então para a minha visão, eu imagino a melhor forma de entender seria a seguinte: “Aquele que não deixa sair das mãos a autoridade, aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina”.
Entender a palavra de Deus exige muito esforço e cuidado. Devemos interpretá-la de forma que colhamos bons resultados dela.
Não escrevo aqui para ensinar ninguém a interpretar textos mas acredito que para educar um filho tem que ter autoridade para ensiná-lo a ter respeito. E com certeza isso o aborrece pois com pouca experiência de vida, ele acha que está sempre com razão em suas atitudes. Mas como o pai ou a mãe fazem isso por amor, com o tempo ele entenderá e estará disciplinado.
Obrigado e parabéns pelo seu post que nos fez refletir bastante sobre o assunto.

Milton Jr. disse...

Prezado Jerônimo, obrigado pela visita.

Entendo seu ponto e concordo com o fato de que o pai deve ter autoridade.

Mas creio que o texto está falando mesmo de disciplina física. Provérbios fala bastante sobre isso e você pode ver aqui no blog um bom texto do Jônatas sobre o assunto.

Lembre-se que Pv 19.18 menciona: "castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo". Como não entender literalmente aqui o uso da vara?

Haveria possibilidade de matar o filho sem o castigo físico?

Grande abraço.

Pesquisar este blog

Pesquisar por assunto

Aconselhamento Bíblico (29) Adultério (1) Aflição (3) Agradar a Deus (4) Alegria (5) Amor (2) Amor ao próximo (1) Anarquia (1) Ano Novo (2) Ansiedade (1) Antropologia (1) Argumentação (7) Arrependimento (6) Auto-engano (1) Auto-estima (2) Auto-exame (2) Auto-justiça (4) Autoconhecimento (2) Autoridade (1) Casais (2) Casamento misto (1) Compaixão (3) Comportamento (13) Comunhão (2) Comunicação (5) Confiança (8) Conflitos (4) Confrontação (3) Conhecimento de Deus (6) Consolo (4) Contentamento (3) Convencimento (8) Coração (6) Coração de pedra (1) Cosmovisão (9) Criação de filhos (6) Cuidado da alma (6) Cuidados do conselheiro (3) Culpa (3) Dependência de Deus (2) Depravação total (1) Depressão (1) deprevação total (1) Desejos do coração (8) Deus conosco (1) Direitos (1) Dor (2) Edificação do irmão (1) Egoísmo (4) Emoções (7) Encorajamento (11) Engano (5) Escolhas (2) Esperança (3) Estudo (1) família (2) Farisaísmo (2) Fariseu (3) (3) Felicidade (1) Filosofia (1) Fundamentos (14) Glória de Deus (6) Guerra (3) Humildade (1) Idolatria (10) Ídolos do coração (3) Imagem de Deus (1) Instrução (4) Intentos do coração (1) intimidade com Deus (1) Inversão de valores (3) Ira (2) Jean Carlos (12) Jean Carlos Serra Freitas (13) Jônatas Abdias (30) Justiça de Deus (1) Justiça própria (3) Justificação (1) Legalismo (2) Liberdade cristã (2) luta por poder (1) Más lembranças (3) meios de graça (1) Mentira (2) mil (1) milt (1) Milton Jr. (59) Monismo (1) Motivação (12) Motivações (4) Obediência (1) Objetivos (1) Oração (2) Orgulho (2) Paciência (3) Palavra de Deus (10) Passado (3) Paz (5) pecado (4) Perdão (7) Piedade (4) Plano de Deus (3) Planos (1) Prática da Palavra (17) Prática do aconselhamento (7) Presença de Deus (2) Pressupostos Teológicos (18) Psicologia (4) Psiquiatria (1) Racionalização (1) Redenção (7) Relacionamentos (7) remédios psiquiátricos (1) Remorso (2) sabedoria (6) Salvação (1) Santificação (3) Soberania de Deus (6) Sofrimento (7) Suficiência das Escrituras (24) Tarefas (2) Temor de homens (2) Temor do Senhor (1) teoria (1) Tesouros (1) tristeza (5) Unidade (1) Verdade (4) Vida cristã (26) Vontade de Deus (4)