terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Três lembretes para o Ano Novo

Adeus ano velho, feliz ano novo, que tudo se realize no ano que vai nascer. Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender.” / “Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou. Nesses novos dias as alegrias serão de todos, é só querer. Todos os nossos sonhos serão verdade, o futuro já começou.”

Estamos chegando ao final do ano e em breve começaremos a contagem de mais 365 dias de um novo ano e os trechos das músicas acima revelam o que muitas pessoas em nossa pátria desejam para 2016, mas, infelizmente, sem uma consciência correta sobre Deus, a maioria dessas pessoas coloca nesses desejos a perspectiva de um ano bom.

Como cristãos, também fazemos planos, temos desejos e esperamos várias coisas boas neste ano que se inicia, contudo, não podemos deixar de observar o que ensina a Palavra de Deus. Tenha, então, em mente esses três “lembretes” contidos nos primeiros versículos de Provérbios 16:

1. Planeje, mas sem esquecer que o Senhor é quem dirige sua vida

“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor” (16.1).

Temos aqui uma grande verdade: Deus é quem de fato dirige o nosso viver.

Perceba que o texto fala sobre o coração do homem. A Bíblia ensina que somos controlados pelo nosso coração (Mt 6.21). É dele que procedem as fontes da vida (Pv 4.23). Todos os nossos planos e projetos, conforme o texto, partem, então, dos desejos do nosso coração.

O texto não desestimula o planejamento e ele deve mesmo acontecer. A grande questão aqui é que planejamos sabendo que do Senhor é a resposta certa dos lábios. Geralmente, quando a segunda parte desse texto é citada, é da seguinte forma: “a resposta certa vem dos lábios do Senhor”, mas o sentido do texto é outro. Com “a resposta certa dos lábios vem do Senhor” o escritor quer afirmar que é o Senhor é quem capacita o homem para realizar alguma coisa.

Isso quer dizer que só conseguiremos cumprir aquilo que está de acordo com os propósitos do Senhor em nossa vida. Alguns poderiam questionar esta afirmação e dizer: “Mas, se fosse assim, só nos ocorreriam coisas boas. O Senhor não nos capacitaria para fazer o que é errado.” Engana-se quem pensa desta maneira.

Deus nos capacita a realizar até aquilo que é contrário à sua vontade revelada a fim de que, com o coração exposto pelas circunstâncias, sejamos tratados por ele e nos tornemos semelhantes a seu Filho. O Senhor é Soberano e dirige nossa vida a cada momento.

É por isso mesmo que devemos estar atentos ao segundo lembrete:

2. Esteja atento às suas motivações

“Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa o espírito” (16.2).

Nesse versículo somos advertidos de que, para o Senhor, a “motivação” é importante.

O texto é claro: para o homem, tudo o que ele planeja está correto. Todos os caminhos a que ele se propõe a seguir são puros. Porém, a segunda parte do verso começa com um eloquente “mas...”. É como se o escritor estivesse dizendo: “a despeito do que pense o homem acerca daquilo que ele propõe”, o Senhor pesa o espírito.

Temos aqui duas palavras importantes: “Pesar”, que significa considerar ou examinar, e “espírito”, que diz respeito à disposição do coração (motivação).

Isso quer dizer que o Senhor sempre considerará o que nos leva a agir de determinada forma, ou planejar qualquer coisa que seja e não simplesmente” o planejamento em si. Sabendo que o Senhor examina as intenções daquilo que fazemos, devemos estar também atentos ao que nos leva a planejar.

Já vimos que os desejos procedem do nosso coração e sabemos pela Bíblia que o nosso coração, muitas vezes, nos engana, mas por meio da Palavra de Deus temos condições de avaliar aquilo que intentamos fazer no ano que se inicia (Hb 4.12).

Pelo menos duas perguntas são importantes aqui e devemos considerá-las: 1) Por que quero fazer (motivo)? 2) Qual o meu alvo com isso (resultado)?

Se respondermos a essas perguntas tendo em mente o que Paulo ensinou aos Coríntios: “Quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31), podemos aferir as nossas motivações e, a partir daí, nos esforçar para realizar tudo aquilo a que estamos nos propondo ou abandonar o plano caso isso não glorifique ao Senhor.

3. Confie no cuidado do Senhor

“Confia ao Senhor as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos” (16.3).

O verso 3 nos traz o último lembrete. Ao iniciar um novo ano, devemos reafirmar nossa convicção de que confiamos no cuidado do Senhor. Creio firmemente que a ideia de confiar ao Senhor as obras para ter os desígnios estabelecidos, ensinada aqui por Salomão, é a mesma ensinada por Jesus: “Vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” (Jo 15.16), e que é repetida por João: “E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1Jo 5.14).

Aqueles que conhecem o Senhor e procuram viver de acordo com a sua Palavra são moldados pelo próprio Senhor e aprendem a pedir em conformidade com sua vontade. Sendo assim, quando confiamos ao Senhor nossas obras e estas estão em conformidade com as Escrituras, ele as estabelece.

Ao planejar o ano de 2016, lembre-se de confiar no cuidado daquele que tem dirigido nossas vidas. A nossa confiança deve ser a tal ponto que, mesmo que as coisas pareçam ir mal, consigamos descansar no Senhor.

Que o Senhor abençoe sua vida neste novo ano e que ele mesmo estabeleça aquilo que você tem planejado, caso sua motivação seja a correta: a glória e a honra daquele que nos salvou.

Milton Jr.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Resoluções de ano novo




Sei que todo fim de ano, especialmente quanto ao dia 31 de dezembro, ponderamos sobre o que não aconteceu no ano em curso e projetamos para o ano seguinte nossas aspirações. Normalmente tais aspirações contemplam comprar algo, fazer algum curso, perder alguns quilos, pintar a casa, começar uma prática esportiva, etc. Penso que isso deve acontecer e nossos passos devem ser muito bem planejados.

Além das aspirações secundárias que descrevi acima, deveríamos pensar também sobre o que é essencial para a vida cristã. Poderíamos pensar em apresentar resoluções para uma vida cristã mais autenticamente bíblica. Proponho algumas resoluções tanto para mim mesmo quanto para aqueles que lerão este texto.

Uma pequena consideração sobre estas resoluções. Elas não têm prazo de validade de um ano. São decisões que podem seguir a vida toda.

Resoluções para uma vida cristã mais autenticamente bíblica.

1 – Ler a Palavra de Deus todos os dias. Versículos, textos mais curtos, ou mesmo livros inteiros da Palavra de Deus. Como disse o salmista: quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia. (Salmo 119.97).

2 – Buscar a face de Deus em oração. Investir tempo em oração a Deus.

3 – Procurar glorificar a Deus e a Cristo em todas as áreas da vida.

4 – Aprender a esperar e descansar em Deus.

5 – Aprender a trabalhar diligentemente para a glória de Deus.

6 – Rejeitar tudo o que não possa ser claramente evidenciado em toda a Palavra de Deus.

7 – Arrepender-me do pecado da maledicência.

8 – Comprometer-me a orar e interceder por cada pessoa que for alvo da minha própria maledicência.

9 – Procurar se fiel aos votos que fiz no dia em que fui recebido na igreja.

10 – Procurar desenvolver relacionamentos santos, conversas santas e ter um procedimento santo.

11 – Escolher uma família (ou mais) para orar e interceder por ela.

12 – Rejeitar todo ensino que exalte o homem.

13 – Rejeitar toda música que centralize o homem em detrimento de Cristo.

14 – Buscar conhecer melhor as doutrinas da graça.

15 – Agir com humildade diante das provações.

16 – Não ser uma pedra de tropeço, tendo uma postura bíblica no pensar, no agir e no falar.

17 – Valorizar o culto público de adoração a Deus como a principal atividade da semana e da vida.

18 – Cultuar a Deus com a minha família.

19 – Procurar boas indicações de livros para ler. O tempo é escasso e não há tempo para ler livros ruins.

20 – Falar mais de Cristo para as pessoas.

21 – Ter coragem celestial para ser íntegro e bíblico no curso da vida.

Essa lista de resoluções não é exaustiva, ou seja, será possível incluir ou melhorar cada item descrito. Por isso mesmo é uma lista que não depende de um ano para ser cumprida, mas pode ser praticada durante toda a vida.

Não deixe seu coração à mercê da agenda ímpia e secular. Tenha o firme propósito de em tudo, glorificar a Deus, segundo sua santa Palavra.

Se o leitor entender que esta lista é um bom ponto de partida, não poderá esquecer de se esforçar diligentemente para o cumprimento das resoluções, porém, sem jamais ignorar o que diz o apóstolo Paulo:

porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade. (Filipenses 2.16).

Que o nosso bom Deus nos abençoe ricamente em Cristo Jesus.
Jean Carlos Serra Freitas

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Cuidado com a “piedade” impiedosa

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Se você observar atentamente o sermão do monte verá que o Senhor Jesus criticou duramente os fariseus porque davam esmolas, oravam e faziam jejum, e ordenou a seus discípulos que fossem diferentes deles. Os discípulos deveriam dar esmolas, orar e fazer jejum!

Sim, é isso mesmo que você está lendo e isso significa que a diferença entre os discípulos de Jesus e os fariseus não está, necessariamente, nas ações, mas no motivo pelo qual alguém faz o que faz. Relembre comigo. Jesus chamou os fariseus de hipócritas, pois ao fazer todas essas coisas eles não tinham como objetivo a glória de Deus, mas a glória de si mesmos. Eles queriam ser “glorificados pelos homens”, “vistos dos homens” e “parecer aos homens” (Mt 6.2,5,16). Os discípulos deveriam ter outra motivação, sua luz deveria brilhar diante dos homens para que estes, vendo suas boas obras, glorificassem o Pai que está nos céus (Mt 5.16). Por isso mesmo Jesus afirmou que não veio revogar a Lei, mas que a justiça de seus discípulos deveria exceder em muito a dos escribas e fariseus (Mt 5.20).

Diante disso, fica fácil entender por que Agostinho, sistematizando o ensino bíblico, afirmou que o homem, após a queda e sem a redenção em Cristo, é incapaz de não pecar. Suas melhores ações constituem pecado pois, em última instância, ele não as realiza para a glória de Deus, além de não ter um Mediador para interceder por ele.

Mas há mais a se pensar diante dessa realidade. A simples adequação aos preceitos da Lei não é sinal de uma vida piedosa diante de Deus. Isso fica claro quando vemos Deus rejeitando o culto de Israel em Isaías 1. A despeito de o povo oferecer sacrifícios (Is 1.11), o que era requerido pelo próprio Deus, o coração estava enfermo, longe do Senhor (Is 1.5) e, por isso, suas ofertas eram vãs (1.13). Amós, contemporâneo de Isaías, foi usado por Deus para anunciar que o povo cumpria os ritos cúlticos porque gostava e não por causa do Senhor, o que era evidenciado por seu pecado. O que os judeus ouviram, de uma forma bastante irônica, foi:

“Vão a Betel e ponham-se a pecar; vão a Gilgal e queimem ainda mais. Ofereçam seus sacrifícios cada manhã, o seu dízimo no terceiro dia. Queimem pão fermentado como oferta de gratidão e proclamem em toda parte suas ofertas voluntárias; anunciem-nas, israelitas, pois é isso que vocês gostam de fazer (Am 4.4-5).

Deus quer o nosso culto, a nossa adoração, mas, antes de tudo, quer o nosso coração. Não adianta render louvores ao Senhor estando com o coração distante dele. Essa é a atitude que foi reprovada nos fariseus (Mt 15.8).

Guardemos o nosso coração de fazer coisas certas por razões erradas. Infelizmente, muito do que tem sido ensinado no meio evangélico brasileiro não tem a ver com a glória de Deus, mas com o bem-estar dos homens. Li, certa vez, um escritor afirmando que os crentes deveriam “liberar” perdão, pois quem guarda mágoa no coração acaba por destruir a si mesmo. O problema aqui é que, quando a motivação de alguém para perdoar é “não destruir a si mesmo”, a razão é egoísta e até esse tipo de perdão é pecaminoso. O pecado é abominável não por causa das consequências em nós, mas por causa da afronta a um Deus Santo. Devemos perdoar porque fomos perdoados pelo Senhor e ele ordena que façamos o mesmo em relação ao próximo. A glória de Deus é o alvo, não o nosso bem-estar.

De igual forma, uma pessoa pode não se vingar, o que é um mandamento bíblico (Rm 12.19), e ainda assim pecar, por ter como motivação demonstrar que está acima daquele que pecou contra ela, quebrando o mandamento de não pensar de si mesma além do que convém (Rm 12.3); um pastor pode se esmerar no estudo e pecar na entrega do sermão por ter como motivação o ser bem visto em vez de edificar, exortar e consolar a igreja (1Co 14.3); pais podem se dedicar ao ensino e orientação dos filhos e ter como motivação o pecado do orgulho de ser reconhecido e glorificado pelo seu bom trabalho; enfim, podemos fazer muitas coisas biblicamente corretas e ainda assim pecar profundamente contra o nosso Deus.

Um indício de que nossas intenções ao cumprir a Lei são pecaminosas é a constante comparação com outros irmãos e o julgamento daqueles que ainda não são tão “santos” como nós.

Por tudo isso, devemos vigiar nossas intenções, pedir constantemente que o Senhor sonde o nosso coração, prove nossos pensamentos e verifique se há em nós caminho mau e nos guie pelo caminho eterno (Sl 139.23-24), a fim de que ele receba a glória devida a seu nome quando, no poder do Espírito Santo, colocamos em prática os preceitos do nosso Redentor.

Milton Jr.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Nossa eterna busca por prazer


"Nos anos de 1950, James Olds implantou eletrodos no cérebro de ratos e os conectou a estimuladores controlados por botões nas jaulas. Quando os eletrodos estavam em certas áreas do cérebro (que vieram a ser chamadas de "centro de prazer"), os ratos pressionavam os botões sem parar. Em alguns experimentos, os ratos eram capazes de cruzar cercas eletrificadas para alcançarem o botão, a fim de pressiona-lo." (Berry, R.J.E. 2012. The Lion handbook of science & Christianity. Oxford: Lion Hudson. p. 208)
De uma certa forma (ou numa certa "multiforme" 1 Pe 4.10), toda a criação manifesta o Criador (Sl 19.1), e tem semelhanças que permitem analogias, de forma que podemos apresentar o Triúno Deus numa variedade de figuras, dos quais textos como .... São só exemplos.
Em termos analógicos (de diferentes níveis), não há problemas na comparação de tais descobertas com o homem. Na verdade, já se sabe o mesmo sobre nós, mas nossa experiência comum de vida nem precisaria ir tão longe. "Quem gosta de sofrer põe o dedo aqui, que já vai fechar... " brinca a criança solitária...
Dois problemas se erguem aqui, como reflexos imprecisos de uma imagem indefinida. Fruto de séculos de uma opressão sem sentido, o Ocidente se inclinou ao hedonismo como estilo de vida. O hedonismo é a busca pelo prazer. Este é o estado de coisas moderno. No passado, inúmeros fatores, como religião e cultura, foram e tem sido um veículo de supressão do prazer, ridicularizando e reprimindo manifestações de alegria, gozo e deleite, buscando convencer contentamento em situações de grande penúria e desconforto. Então, hoje temos ou um estímulo à busca do prazer desenfreado, ou a supressão do prazer em prol do enaltecimento da razão, tida como superior.
Mas se ninguém gosta de sofrer, por um lado, mas por outro o prazer não pode ser o alvo final da vida, alguém poderia perguntar: Então, por que motivo Deus nos criou com este elemento em comum, como que com uma tendência natural, quase instintiva, para que busquemos o prazer?
Resumindo uma história que é bem longa, é porque o prazer não é pecaminoso em si mesmo. Quando Deus nos criou, colocou em nós um "centro de prazer". Deus não só queria que sentíssemos prazer, mas que Ele mesmo fosse a nossa maior e mais sublime fonte de prazer (Sl 1.2; 119.16, 47, 92; Rm 7.22). O pecado fez mudar o "centro de prazer", de Deus para as coisas criadas, algumas delas francamente pecaminosas (Is 24.11; 1 Tm 5.6; 2 Tm 3.4; Tt 3.3; Hb 11.25). Ainda usando a comparação com o experimento dos ratos, Deus colocou botões naturais, que nos levariam à Pessoa e Lei dele; mas o pecado artificial e intrusivamente colocou eletrodos em nós, desviando os benditos padrões naturais. O resultado não é que o pecado causou novos prazeres, mas apresentou novos "botões"...
Eu sei que a ciência sempre usa seus ratinhos para buscar comparações e apresentar descobertas sobre o comportamento e funcionamento dos seres humanos. Mas ao ler o trecho acima, foi inevitável pensar em como as semelhanças são gritantes nesse caso. Ainda que sejamos a mais sublime das criações de Deus por portarmos sua semelhança, fico estarrecido ao ver o quanto o pecado nos faz assemelhar com os seres do nível mais baixo da escala... Por conta do pecado, como ratos consumidos pelo desejo de sentir prazer, nós somos ávidos na busca de gratificação. E como eles, estamos dispostos ao sofrimento, para alcançar o alívio dele, e prazer final. Curioso, não? Agora pense se, como no caso do experimento, tivéssemos à nossa disposição e sob nosso conhecimento, o acesso ao botão de nosso prazer? A que você estaria disposto para apertá-lo? Os ratos provaram seus limites...
Deus não quer que paremos de buscar prazer. Ele mandou seu único filho para que nosso prazer retornasse ao centro correto, pois este é o fim principal do homem, qual seja, viver para a glória de Deus e prazer nele. Jesus restaura esse objetivo, e se torna, ele mesmo, a fonte de nosso prazer.  

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