terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Qual é a causa do seu coração? Jeremias 31. 31-34

1322435599082_f

Numa quarta-feira pela manhã, recebi uma ligação de uma senhora pedindo informação sobre um programa de reciclagem de lixo. Segundo a senhora, a igreja deveria saber informar sobre tal programa de reciclagem. Após informar que desconhecia tal programa e encerrar a ligação, comecei a pensar me algumas considerações sobre a igreja atual.

Atualmente, muitas igrejas são conhecidas por seus programas de reciclagem de lixo, pela assistência social (incluindo assistência médico-odontológico) pelo engajamento político, pela distribuição de cestas básicas, oferecimento de cursos diversos, corte e costura, alfabetização, enfim, são muitos os projetos em andamento.

Antes de continuar e para deixar bem claro, antes que alguém compreenda equivocadamente o que estou apresentando, não sou contrário aos programas sociais oferecidos pelas igrejas. Pelo contrário. Sou favorável sim! Penso que se a igreja pode apresentar algo para ajudar e viabilizar oportunidades às pessoas, deve fazer e fazer com excelência. Portanto, fica aqui registrada minha posição. Que bênção a igreja poder servir em áreas diversas, atendendo ao bairro em que se encontra localizada.

Dito e esclarecido este ponto, quero fazer a seguinte pergunta: não é estranho que uma igreja seja conhecida tão somente por atender a questões sociais? Pense por um instante. Esta é a principal tarefa da igreja? Esta é a sua tarefa principal?

· Sei que isso incomodará alguns irmãos e provavelmente algumas igrejas. Repito novamente, minha questão não é a legitimidade de tais programas, pois penso serem legítimos. Minha questão é: a igreja é conhecida somente por isso? Não há nada antes disso? Não há nada além disso?

Há uma compreensão distorcida, equivocada e ímpia sobre o que é a igreja e quais são suas atribuições primeiras.

O texto de Ezequiel é uma luz bendita sobre tais fatos e podermos aprender muito com a Palavra de Deus, e gostaria de apresentar resumidamente três fatos.

Primeiro fato: Aprendemos que há uma nova aliança anunciada. (vers. 31 e 32).

Sei que aparentemente isso pode ser óbvio. Entretanto, temos visto a igreja perder tempo em aspectos secundários e nada urgentes enquanto de alguma forma, a bendita realidade da nova aliança fica nublada. Anunciar a chegada desta nova aliança é um dos grandes incentivos para continuar o trabalho de proclamação do evangelho.

Segundo fato: aprendemos sobre os efeitos desta nova aliança anunciada por Deus (vers. 33).

Vemos as expressões ganharem cores empolgantes:

Mente e coração – o ser inteiro. Uma ação que envolve todo o ser.

Serei seu Deus – serão o meu povo – intimidade, posse, fidelidade e confiança.

Enquanto nosso coração é disputado por outras coisas e outros fatos, seria muito bom lembrarmos constantemente dos efeitos maravilhosos da realidade da nova aliança. O coração é tomado por Deus. As motivações insurgentes do coração encontrarão a Lei do Senhor. A complacência com o pecado perderá força e o contentamento em Deus será a busca constante do coração rendido ao Deus Altíssimo.

Terceiro fato: Aprendemos que Deus se daria a conhecer. (vers. 34)

· O alvo é a certeza de perdão de pecados.

· Não precisariam mais dos sacrifícios;

· Não precisariam dos sacerdotes para terem comunhão com Deus;

· Cada indivíduo saberia que teve seus pecados perdoados;

· Precisariam de Deus e de Jesus Cristo.

· Conheceriam o Deus do pacto pelo pela realidade do filho e redentor Jesus Cristo.

Esta é a realidade trazida pela nova aliança. Os efeitos imediatos e a transformação experimentadas proporcionaria uma visão bíblica da realidade de Deus.

Nestes dias em que a busca pelo poder, pela satisfação, pelo status, pelo dinheiro, pela fama e visibilidade ganham forças e adeptos em todos os seguimentos da sociedade, incluindo, claro, a igreja, é urgente que a realidade da nova aliança imprima em nosso testemunho uma contracultura que contemple as qualidades de Deus em nós.

Qual é a sua causa? Qual é a causa que de fato mexe com seus brios? Qual é a causa que o impulsiona a agir?

É a causa política? É a causa social? É uma causa pessoal? É uma outra causa qualquer?

Eis um alerta. Ter causas não é pecaminoso. Porém, quando seu coração é tomado por causas secundárias, quando seu coração encontra esperança e regozijo em causas secundárias, você se torna um insensato, pois onde está o seu tesouro aí está seu coração. (Mt. 6.21). Tais causas secundárias não poderiam tomar seu coração como tenho visto acontecer na vida de muitos.

Paulo tinha uma causa e por ela, se pôs de joelhos (...) a causa era o avanço do evangelho, a proclamação do estabelecimento da nova aliança no nome santo de Jesus Cristo. Esta é a grande causa que deveria encher nossos corações de energia e coragem.

Jean Carlos Serra Freitas

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Arrependimento ou remorso? Como se entristecer para a glória de Deus

3f170d6eabbb972f121fe8c53879177d

Na vida tomamos várias decisões. Diariamente estamos diante de escolhas sobre o que fazer e o que não fazer e as fazemos de acordo com as inclinações do nosso coração.

É do coração que procedem as fontes da vida (Pv 4.23), aquilo que pensamos (Hb 4.12), falamos (Mt 15.18) e fazemos (Mt 15.19), razão de a Bíblia, insistentemente, chamar a atenção ao cuidado com o coração.

Pois bem, ao tomar decisões, inevitavelmente estaremos fazendo segundo o nosso coração. Algum cristão desavisado poderia pensar que, se é desta forma, as coisas estão resolvidas, pois o Senhor já nos deu um novo coração; mas apesar de essa ser uma verdade, ela não é toda a verdade. Esta consiste em entender que fomos salvos e tivemos o coração renovado pelo Senhor, mas ainda não o fomos plenamente, o que só vai ocorrer por ocasião da vinda do Redentor (1Jo 3.2).

Infelizmente, até que chegue esse dia, ainda faremos escolhas e agiremos de forma errada e pecaminosa colhendo sempre os frutos disso. Não poucas vezes sofreremos com as nossas escolhas e atitudes e acabaremos lamentando o que foi feito. Nesses momentos é importante saber distinguir arrependimento de remorso, pois apesar de o resultado de ambos ser sofrimento e tristeza, a causa de um e de outro são bem distintas.

Pense, por exemplo, na história de Jacó e Esaú. Isaque sabia que o propósito de Deus era abençoar seu filho mais novo, Jacó, em vez do mais velho, Esaú. Apesar disso, ele tinha em seu coração o desejo de abençoar o mais velho. Pediu então que Esaú fosse caçar e que preparasse para ele uma comida saborosa, para depois ser abençoado.

Rebeca estava ouvindo os planos do marido e, quando Esaú saiu para caçar, tramou com Jacó um plano para enganar Isaque a fim de que ele abençoasse o mais moço. E assim foi feito. Enganado (mas não fora do propósito de Deus), Isaque abençoou a Jacó. Entretanto, quando Esaú chegou com sua caça e se deu conta de que o irmão havia “roubado” a sua bênção ficou amargurado e, chorando, pediu que o pai também o abençoasse, recebendo uma negativa como resposta (Gn 27.30-38). A partir de então, Esaú passou a odiar seu irmão por causa de ele ter sido abençoado e planejou matar a Jacó assim que Isaque falecesse (27.39).

É interessante notar como o Novo Testamento interpreta a história de Esaú. O escritor da carta aos hebreus exorta para que não haja na igreja “algum impuro ou profano, como foi Esaú, o qual, por um repasto, vendeu o seu direito de primogenitura. Pois também que, posteriormente, querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado” (12.16-17).

A pergunta a ser respondida aqui é o que significa Esaú não ter achado lugar de arrependimento, principalmente quando sabemos que Deus não despreza um coração compungido e contrito (Sl 51.17).

Para ter essa resposta é preciso saber mais algumas informações a respeito da história de Esaú. Sendo o primogênito, a bênção era, por direito, dele. Entretanto, num dia em que estava faminto, pediu a Jacó um pouco do cozinhado de lentilhas que este havia feito. Jacó se aproveitou da situação para “comprar” o direito de primogenitura de Esaú que, desdenhando do seu privilégio respondeu: “Estou quase morrendo; de que me vale esse direito?” (Gn 25.32 – NVI).

O desejo por comida era tão grande que ele desdenhou de sua condição, preferindo um prato de lentilhas em vez da bênção do Senhor. Por conta disso é que o escritor de Hebreus o trata como um profano que, “por um repasto, vendeu seu direito de primogenitura”. O que ele buscou com lágrimas não foi o perdão, mas a bênção que havia perdido. O choro não era o lamento pelo pecado cometido contra Deus, de desprezar a bênção da primogenitura, mas somente pelo fato de ter perdido a bênção.

A diferença entre o remorso e o arrependimento é que este lamenta o pecado cometido enquanto aquele lamenta somente as consequências do pecado. É por causa dessa diferença que Paulo diz ter ficado alegre com a tristeza que sua carta produziu nos coríntios, mas não pela tristeza em si, e sim porque foi uma tristeza para arrependimento, e logo conclui: “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte” (2Co 7.8-10).

Diante disso, temos de entender que o pecado não é ruim por causa das consequências e problemas que traz sobre nós, mas por causa da afronta que é feita a um Deus Santo. Infelizmente, muitos cristãos têm aprendido a lamentar as consequências do pecado e não o pecado em si.

Quando pais ensinam aos filhos que eles devem ser bons com os amigos para não os perder; jovens são estimulados a não se envolverem sexualmente antes do casamento para evitar filhos e, assim, não comprometerem os estudos; ou ainda quando maridos são ensinados a ajudar as esposas a fim de receberem algo em troca, o que está em jogo não é o pecado contra Deus, mas aquilo que se vai perder fazendo essas coisas. O produto final, quando há então a prática contrária ao que foi ensinado, não pode ser outro, senão o remorso.

Se você quer viver para a glória de Deus lembre-se, então, que a tristeza segundo o mundo (remorso) só produz morte, mas a tristeza segundo Deus leva ao arrependimento e, consequentemente, ao perdão dos pecados e reconciliação com o Senhor.

Milton Jr.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Uma alternativa para consolar pacientes terminais

article-1358073-0D3E5CD4000005DC-92_468x286

Dizia o cantor popular que ele tinha saudades daquilo que ainda não tinha visto. Seria isso possível? Quando a saudade aperta, é porque quem amamos está longe ou ausente. A expectativa de reencontro aumenta, e aprumamos a casa para receber aqueles de quem temos "saudade". Aliás, eis aí um termo que falta em outras línguas para expressar aquela apreensão em rever quem amamos.

Mas o ponto aqui é a relação que essa "saudade" pode trazer de útil na maneira como lidamos com pacientes terminais. Novamente a saudade desempenha papel preponderante aqui. Perder entes queridos é sempre uma tristeza esmagadora, e a saudade resultante por vezes é sufocante. Por conta disso e mais outra miríade de razões, lutamos entre o nosso desejo sempre presente de cura para o enfermo, e nossa submissão à vontade de Deus que pode ser bem diferente da nossa. É certo que mesmo quando oramos pela cura do mais gravemente enfermos, o fazemos na dupla expectativa que inclui a realização da vontade de Deus, que é soberana, mas muitas vezes, na prática, isso significa para nós o restabelecimento de sua saúde.

Entretanto, a dura realidade imposta pelo pecado é que a morte entrou para a experiência humana e nela permanecerá até que aconteça o retorno glorioso do Redentor. Desde o início da história humana esta intrusa tem feito perceber sua presença, ao passo que mesmo sendo certa, relutamos em nos acostumar. É como o matuto que respondeu com bom humor à pergunta "O que o senhor gostaria que dissessem no seu enterro", dizendo: "Queria que dissessem: parem tudo, ele está se mexendo..." A morte incomoda, e sua proximidade assusta, e humor só cai bem de longe.

Deus, contudo, operando desde sempre para fazer com que até os piores fatos se alinhem com a expressão de sua vontade bondosa no tempo e na história de nossa vida, trouxe à morte novo significado na morte e ressurreição de Cristo, para aqueles que nele creem. Aquele terrível portal pelo qual todos foram sentenciados a passar por conta do pecado original, se tornou o portal de entrada na presença bendita do Redentor. A morte teve sua essência tão fortemente alterada que o apóstolo Paulo, considerando o resultado da morte, chegou a ficar em dúvida quanto a viver ou morrer (Fp 1.23-26), reconhecendo ser incomparavelmente melhor partir e estar com Cristo. Paulo sabia para onde ia, e quem iria encontrar lá, e todo aquele que abriga a mesma crença, sabe o mesmo. Mas o espera?

Ainda é um fato no mínimo curioso ver com que dificuldades lidamos com o assunto quando tudo nos leva a crer que a morte é o fim inevitável. Queremos crer, até o suspiro final, que a cura seja o que de melhor Deus possa fazer ao enfermo. Sem qualquer pretensão de generalizar, a impressão que se passa é que é no mínimo mal-educado tratar a morte como um resultado provável e, pior, preferível. Observe aqui que o apóstolo Paulo, até onde sabemos gozando de boa saúde, preferiu a vida por se ver útil ao servido do reino. Ao final da vida, entretanto, sem maiores dificuldades, viu a si mesmo como que "oferecido por libação" (2 Tm 4.6).

Com isso não se desencoraja a luta pela vida, nem tampouco recomenda-se desistir de orar e lutar. Antes, que seja a bendita esperança do encontro com o Redentor levada em conta quando formos convocados por Deus a sermos instrumentos de consolo para os que perecem no Senhor. Não se defende que esta bendita esperança seja falsamente oferecida a todos indiscriminadamente, visto ser um direito daqueles que viveram aguardando e amando a vinda do Senhor Jesus, o amado de nossa alma. Mas pense por um instante: se amamos a Jesus tão intensamente como professamos, e a morte se avizinha, qual deveria ser nossa reação e nossas palavras, quer estejamos no leito, quer estejamos olhando para ele?

Esta breve reflexão pretendeu tão somente fazer pensar o conselheiro que há mais ferramentas em sua caixa para serem usadas no consolo dos enfermos, lembrando-os que todos temos "saudades" Daquele que ainda não vemos.

Jônatas Abdias

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Os intentos do coração revelam quem somos


O primeiro ataque de satanás revelado pela Escritura Sagrada foi contra a Palavra de Deus. No diálogo entre a serpente e a mulher, o ponto culminante, antes da queda, foi a revelação de quem era satanás e do seu caráter. Deus havia dito ao homem poder comer de todas as árvores do jardim, menos uma, a árvore do conhecimento do bem e do mal: porque, no dia em dela comeres, certamente morrerás. Esta era a ordem, a advertência e a consequência declaradas por Deus. Entretanto, Satanás é enfático ao dizer: é certo que não morrereis.

Satanás revelou seu caráter e sua rebeldia, sua insolência e seu ataque direto contra Deus e o que ele havia dito anteriormente. O resultado todos nós sabemos. A mulher, vendo que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e, árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.

O pecado foi consumado e gerou a morte (Tiago 1.15). A cena descrita posteriormente é uma das cenas mais lamentáveis e tristes de toda a Escritura Sagrada. Adão e a mulher, ao ouvirem a voz do Senhor que chamava por eles, se esconderam. A Palavra de Deus havia sido cumprida. Eles estavam mortos. Morreram espiritualmente falando. Esconderam-se daquele a quem deveriam ter honrado em fidelidade.

Desde então, o que identificamos é exatamente a experiência dos nossos primeiros pais se repetindo. A diferença é a roupagem, mas a tragédia de muitos em não ouvir, em não atender e não obedecer a Palavra do Senhor permanece.

Em função da vontade pessoal, em função do desejo do coração, muitos se entregam ao engano e a fábulas. Há muitos tentadores neste mundo, entretanto, o fundamento da sedução continua o mesmo. Infelizmente, satisfazer os desejos do coração é o alvo de muitos cristãos.

Israel foi qualificado como povo de dura cerviz (Êx. 32.9), ou seja, povo de coração duro. Em Provérbios lemos: sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida. E ainda em Tiago 3.11: Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso.

Os desejos malignos e os desejos da carne se alojam no coração daquele que não contempla o Deus Altíssimo em verdadeira adoração. Aqueles que entraram em aliança com Deus, zelam em purificar o coração, confessando seus pecados, pois sabem que Deus sonda os corações e as motivações, e, sabem também, que ele purifica de todo o pecado (1 João 1.7).

A grande busca hoje continua sendo em relação ao que diz o seu coração. “Siga o seu coração! ”, dizem. Outros afirmam, “não violente o seu coração! ” Para estes, o que importa é satisfazer os desejos do coração. E para satisfazer tais desejos, pagam qualquer preço.

Esta não é a marca do reino de Deus, onde os servos verdadeiros têm o seu real prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite (Salmo 1.2).

O verdadeiro servo do Senhor não tem como principal objetivo na vida, satisfazer seus próprios desejos, mas sim, honrar e glorificar a Deus acima de todas as coisas (Dt. 6.5), mesmo que seja em detrimento da nossa própria vontade ou desejo.

Jean Carlos Serra Freitas

Pesquisar este blog

Pesquisar por assunto

Aconselhamento Bíblico (21) Adultério (1) Aflição (2) Agradar a Deus (3) Alegria (5) Amor (2) Amor ao próximo (1) Anarquia (1) Ano Novo (2) Ansiedade (1) Argumentação (5) Arrependimento (5) Auto-estima (2) Auto-justiça (4) Autoridade (1) Casais (2) Casamento misto (1) Compaixão (3) Comportamento (13) Comunhão (2) Comunicação (5) Confiança (6) Conflitos (2) Confrontação (2) Conhecimento de Deus (3) Consolo (4) Contentamento (3) Convencimento (5) Coração (5) Coração de pedra (1) Cosmovisão (5) Criação de filhos (6) Cuidado da alma (4) Cuidados do conselheiro (2) Culpa (3) Dependência de Deus (1) Depravação total (1) Depressão (1) Desejos do coração (7) Deus conosco (1) Direitos (1) Dor (2) Edificação do irmão (1) Egoísmo (3) Emoções (6) Encorajamento (9) Engano (4) Escolhas (2) Esperança (3) Estudo (1) família (2) Farisaísmo (2) Fariseu (2) (1) Filosofia (1) Fundamentos (10) Glória de Deus (4) Guerra (3) Idolatria (10) Ídolos do coração (3) Imagem de Deus (1) Instrução (3) Intentos do coração (1) intimidade com Deus (1) Inversão de valores (1) Ira (2) Jean Carlos (12) Jean Carlos Serra Freitas (9) Jônatas Abdias (24) Justiça de Deus (1) Justiça própria (2) Justificação (1) Legalismo (2) Liberdade cristã (2) luta por poder (1) Más lembranças (3) meios de graça (1) Mentira (2) mil (1) milt (1) Milton Jr. (54) Monismo (1) Motivação (11) Motivações (4) Obediência (1) Oração (1) Orgulho (2) Paciência (2) Palavra de Deus (9) Passado (3) Paz (5) pecado (3) Perdão (5) Piedade (4) Plano de Deus (3) Planos (1) Prática da Palavra (17) Prática do aconselhamento (4) Presença de Deus (2) Pressupostos Teológicos (16) Psicologia (4) Psiquiatria (1) Racionalização (1) Redenção (7) Relacionamentos (6) remédios psiquiátricos (1) Remorso (2) sabedoria (5) Salvação (1) Santificação (2) Soberania de Deus (6) Sofrimento (6) Suficiência das Escrituras (21) Tarefas (1) Temor de homens (2) Tesouros (1) tristeza (5) Unidade (1) Verdade (4) Vida cristã (22) Vontade de Deus (3)